Amor, que palavra tão forte e subjetiva, que assim como o sexo do bebê antes do chá revelação, não pode ser definida. E é nesse sentimento indefinido, nesse campo abstrato, nessa certeza mais incerta que beira o amor. Na pureza do gesto, no ato empático, no dar sem receber. É sobre apostar todas as fichas, mesmo sabendo que tudo pode perder. É se render e se render. Thomas Hobbes nos ensinou que o homem é o lobo do homem, e nessa selvageria da vida, se o homem ainda não matou aquele homem, é porque o amou. 

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