What about your feelings today??
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I don't know if the explosion that my head is about to undergo comes from a whirlwind of feelings or if it's due to exaggerated and compulsive crying. I'm falling again. Falling again. Falling down. Omma, put me on your lap again and allow me to sob into your chest. I may be too small in these moments, perhaps even more so than a crawling baby. So wrap me in your arms again and welcome my pain, I beg you. Can I go back to being your baby and live under the cloak of your protection? The world is too cruel and I'm so, so, so small... I was happy being a dreamer, however, I'm slowly saying goodbye to my youth, the good memories, the significance I once had and even my dreams. I can see up close, and feel in my soul, all my degradation, and I'm falling Falling Falling Ommaaa, omma, hold my hand, I'm scared and alone. It's so dark in here. Remember that I only sleep with the light on? Omma, let me sleep with you? The ghosts in my nightmares wer...
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Vos suplico, invada minhas entranhas, cerca meus nódulos, aviva minha mente. Arranca de mim todas as correntes que me prende. Dilacera as amarras que me seguram ao chão. Frida Kahlo já me representou quando disse: Pés, para que os quero, se tenho asas para voar? E digo-lhes de pronto: Não tenho raízes, apesar dos imensos galhos espalhados por aí. Anseio pela brisa livre fazendo cócegas em meus tímpanos e a doce bagunça que ela deixou para trás. Liberdade ou libertinagem? Já não sei mais.
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Sentir dor é inevitável. Como certo clássico de Jhon Green cita: a dor precisa ser sentida. Então, assim como a felicidade, o riso, o tato e aquele afeto quentinho, a dor também precisa de alguém para senti-la, precisa de uma pessoa para transportá-la, invocá-la ou até mesmo negá-la. Mas não sei vocês, eu particularmente gosto da dita cuja. Gosto de encontrar um cenário perfeito e uma canção específica para chorar oceanos atlânticos, pacíficos e de todas as espécies possíveis, até não ter mais lágrimas o suficiente e me afundar no Mar Morto. Gosto de conhecer profundezas e abismos inabitáveis e encontrar sentimentos infundados. Como explicar tal peculiaridade? Como ensinar as pessoas a sentirem o que nem você compreende? O resultado talvez seja uma dízima periódica ou uma variável X. Talvez até um infinito menor que o seu complexo emocional. Mas ninguém pode contestar que se trata de um paradoxo universal. Tentamos eufemizar, e algumas vezes até hiperbolizar essa...
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O martírio de hoje é intitulado “paranóia”. Não compreendo o nível da minha insanidade, mas a escala de pensar coisas além da realidade é de 1:1000. Hoje foi um dia típico de implantar pensamentos e “verdades” que só existem num mundo paralelo, em que só eu tenho acesso. Privilégios? Como diria uma antiga colega da escola: jamais. Desejei, por muitas vezes, que essas habilidades de viajar na maionese, no ketchup e até na mostarda, que tudo isso fosse transferido para outras esferas. Tamanha criatividade que minha mente deveras inventa é de utilidades incontestáveis. E o que se torna divertido é como as minúcias são distorcidas e falsamente se encaixam em teorias absurdas. É nesse exato momento que você desconfia da realidade e passa a acreditar em mentiras inventadas pelo seu próprio mecanismo cerebral. E dentre as consequências, posso listar: perder pessoas, afastar relações saudáveis, atrair desconfianças e aniquilar sua saúde mental. Por isso, se tratem das benditas...
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Amor, que palavra tão forte e subjetiva, que assim como o sexo do bebê antes do chá revelação, não pode ser definida. E é nesse sentimento indefinido, nesse campo abstrato, nessa certeza mais incerta que beira o amor. Na pureza do gesto, no ato empático, no dar sem receber. É sobre apostar todas as fichas, mesmo sabendo que tudo pode perder. É se render e se render. Thomas Hobbes nos ensinou que o homem é o lobo do homem, e nessa selvageria da vida, se o homem ainda não matou aquele homem, é porque o amou.
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Caro, Rubel Sangrei com sua cantiga hoje. O som da sanfona me acariciou e despertou uma angústia tremenda. A dor foi bem acolhida com suas notas musicais. Comecei quase gritando, no entanto, ao decorrer dos instrumentos, o impulso foi se inibindo, leve e conciso. A verdade é que o compasso dessa melodia descompassou meus sentimentos e cá estou eu: desorientada. Meus olhos pesam e o marejo reflete o balanço de um barquinho, velejando calmo e sozinho. Talvez ele seja de papel, o que só me faz lembrar de você, Rubel. Grão de areia, samba de Amanda e Té, toda beleza. Aaaa, meu caro, sou Rubelía, com certeza.
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Recito essas palavras na intenção de esvaziar meu corpo. Estou doente de amargura e receio ter uma overdose de sentimentos. Clamo por um tratamento, um reparo de alma, algum método realmente eficaz. No entanto, se chorar era meu alívio imediato e eu já não o consigo mais, então estou absolutamente perdida. No vazio desse quarto, pintei na parede a obscuridade da minha dor, preguei o caos dos meus pensamentos e tranquei minha liberdade. Estou submissa da escuridão, e logo eu, que a sempre apreciei.
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QUEM SOU EU? Aaaaaa, Cecília, suas perguntas se encaixam tanto em minha vida, que chega me espanto. Sabe aquela que diz: em que espelho ficou perdida a minha face? Sinto até que ela ficou presa naqueles espelhos pequenos e com bordas laranjas de antigamente, que não se encontram mais nas mercearias ou nos lares contemporâneos. E olhe que aqui em casa, rara e misteriosamente, tem uma unidade, mas sem nenhum sinal ou traço meu nessas porções de areias unificadas.