Recito essas palavras na intenção de esvaziar meu corpo. Estou doente de amargura e receio ter uma overdose de sentimentos.
Clamo por um tratamento, um reparo de alma, algum método realmente eficaz.
No entanto, se chorar era meu alívio imediato e eu já não o consigo mais, então estou absolutamente perdida.
No vazio desse quarto, pintei na parede a obscuridade da minha dor, preguei o caos dos meus pensamentos e tranquei minha liberdade.
Estou submissa da escuridão, e logo eu, que a sempre apreciei.
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